Nem chegou na metade do mandato do presidente Jair Messias Bolsonaro, e as instituições já iniciaram suas pesquisas para as eleições de 2022. O cargo de presidente é evidentemente o mais cobiçado. E por isso, aqueles que querem se candidatar ao pleito já iniciam o planejamento desde muito tempo antes.

O planejamento político dos pré-candidatos inicia com as pesquisas. O Instituto Paraná divulgou na Revista Veja, primeiro, e depois em outros meios de comunicação, uma pesquisa, dia 24 de julho, que aponta superioridade do apoio popular à reeleição do atual presidente Jair Messias Bolsonaro.

A pesquisa apontou vários nomes que já se mostraram interessados em se candidatar e outros nomes hipotéticos. Tais como Bolsonaro, Moro, Mandetta, João Dória, Amoedo, Witzel, Lula, Haddad, Huck, etc.

Em todos os cenários, Bolsonaro venceria. No primeiro cenário, o Instituto Paraná Pesquisas, incluiu nomes mais prováveis, e nesse cenário Bolsonaro venceria com 29,0% e Moro ficaria em segundo com 17,1 %. Ambos iriam a segundo turno.

No segundo cenário, o Instituto tirou o Haddad e colocou o Lula. Creio que seja mais por curiosidade do que qualquer outra coisa, já que o ex-presidente Lula está inelegível devido às suas condenações na operação Laja jato. E nesse cenário seriam Bolsonaro e Lula que iriam para o segundo turno. Respectivamente, com 27,5% e 21,9%.

Já, no terceiro cenário, não incluíram nem o Lula, nem o Moro. Nesse caso iriam para o segundo turno o Bolsonaro e o Haddad. Com 30,7% e 14,5%.

Foram pesquisados os pré-candidatos nesses três cenários; e nos três o Bolsonaro venceria. Eles também pesquisaram os nomes para segundo turno. Veja os resultados:

Segundo a pesquisa, Bolsonaro venceria todos os pré-candidatos. É preciso ressaltar a importância do tempo que ainda teremos até às eleições. Porém, sempre que surgirem estas pesquisas eu vou escrever minhas impressões sobre o termômetro das eleições.

A revista veja publicou esta pesquisa dia 24 com a tese de que mesmo passando por uma tempestade perfeita, cheia de crises financeiras, políticas e comunicativas, o Presidente Bolsonaro segue “firme, forte e inabalável“.