Quem me acompanha nas redes sociais, principalmente no twitter, sabe que eu gosto de estudar sobre as guerras. E tem algumas guerras que mais chamam a minha atenção. Trata-se das guerras árabes contra Israel. Três, especificamente, a guerra da independência, a guerra dos seis dias e a guerra de Yom Kipur. Vou falar o porquê.

Em primeiro lugar, Israel sempre foi um país que me fascinou. Porque foi recriado em 1948, logo depois da segunda guerra. Depois de passar por um período turbulento de sua história, creio que a Inglaterra fez questão de devolver o território israelense para os judeus. Nada mais justo. Depois do holocausto nazista, os judeus não tinham mais clima para morar em nenhum outro território. Além disso, essa terra sempre foi santa, desde quando Deus a prometeu ao seu povo.

A primeira guerra contra Israel foi no mesmo ano da sua criação, em 1948. Os israelenses chamam essa guerra de Guerra da independência, porque foi a vitória que a consolidou como nação. Todos os países da Liga Árabe queriam entregar aquela terra para os palestinos. E para isso juntaram mais de 65.000 soldados de 7 países árabes, enquanto Israel não tinha 20.000 honens recém constituídos como soldados.

Mesmo com desvantagem numérica, Israel venceu a guerra. E conseguiu alguns anos de descanso, que só foram interrompidos em 1967 numa guerra que se chamou Guerra dos 6 dias, que teve esse nome, porque Israel não precisou de mais de 6 dias para vencê-la. Foi uma humilhação aos muçulmanos. Os países árabes cercaram Israel e, enquanto um exército de 300.000 homens vindos do Egito, Iraque, Síria e Jordânia atacava pelo Norte de Israel, um outro exército árabe de 150.000 soldados atacava pelo Sul.

Nessa guerra, além de se defender muito bem, os israelenses conquistaram boa parte do território egípcio. Isso fez com que o Egito, com sede de vingança, se preparasse por anos, com ajuda da ex-União Soviética, no meio da Guerra Fria, para fazer uma nova onda de ataques contra Israel. O exército egípcio se fortaleceu, de tal maneira, que tinha pelo menos 240.000 homens prontos para atacar Israel, num dos golpes mais sujos que já existiu na face da terra.

É a Guerra do Yom Kipur. O Yom Kipur é um dia especial para os judeus, é uma festividade anual de perdão pelos pecados. Os judeus passam o dia em jejum e em oração. E os Egípcios planejaram atacar bem no dia do Yom Kipur, em 1973, porque o povo israelense estaria despreparado. E, de fato, eles atacaram com todas as suas forças. Pelo Norte e pelo Sul ao mesmo tempo. Durante 3 dias, os árabes encurralaram Israel que não conseguia armar a sua defesa.

Depois desses três dias, o exército israelense foi se preparando e conseguindo se defender. Porém, os israelenses não conseguiram apenas se defender. Uma coisa que o exército israelense é craque é em se defender atacando. Porque eles sabem que não podem retroceder. Já que eles estão cercados, ou pelo mar, ou por países inimigos. Então, a única opção para eles é seguirem em frente. Eles não tem outra alternativa. 

Uma coisa é certa, Israel venceu as três batalhas, não por mérito próprio, mas porque eles conhecem o Deus deles. Deus está com o povo de Israel. Muitos dos adversários relataram em entrevistas, ou em livros, e diários, que eles viam os aviões e tanques árabes explodindo do nada. Isso não era normal, porque sabiam que os equipamentos e armas que tinham eram de última geração, os árabes receberam armas da Rússia. 

A Bíblia ainda profetiza que haverá outras guerras, e guerras ainda maiores. Os fins dos tempos estão orientados em Israel. Israel é o termômetro do mundo. Basta vermos os sinais que vierem de lá. Amém? 😇🙏